sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

PLÁGIO.

Sonhadores,

Desta vez, não darei lugar aos sonhos, pois o que mostrarei para vocês me deixou um tanto triste.

Quando escrevo, escrevo com todo meu coração e minha alma. Passo por um processo de criação muitas vezes difícil, porém sempre prazeroso, pois escrever é para mim necessidade vital.
Fico tão feliz a cada seguidor que me prestigia com um comentário, com palavras que me fazem escrever mais e mais, que me inspiram e aguçam a minha imaginação e criatividade.
Alguns até linkam o meu blog ou postam textos meus nos seus próprios blogs e eu, me sinto honrada com tamanha demonstração de carinho e identificação.

Porém, uma menina postou um texto meu como se ela o tivesse escrito. O que me deixou extremamente triste e indignada. Como pode tamanha cara de pau?
Gostou do texto e quer postá-lo, ok. Mas, dê o crédito, não é mesmo?
Ela simplesmente postou o meu texto e assinou!


E este é o meu original, que escrevi para os meus sonhadores: http://millaborges.blogspot.com/2009/06/eu-vou-cuidar-de-voce.html

Lamentável...

Desejo sinceramente que essa menina retire meu texto do blog dela.

Sem mais.

Milla Borges



quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Cárcere



“…lamentar a fraqueza do espírito humano – esse frágil espectro incapaz de sobreviver sem a ilusão, sem o encantamento, sem esperanças impossíveis ou mentiras vitais.”

Dr. Irvin Yalom
(Trecho do livro Quando Nietzsche Chorou)


Simples são teus versos fortes, suas palavras vivas.
Suas mentiras, doces ilusões, que salpicam em mim suas gotas sujas, para que eu sempre me molhe de você.
Mergulho nos rios dos teus lábios e entrego-me sendo refém de sua lábia...
Teu seqüestro covarde não me ofende. Não crio resistência. Teu poder de fogo não me amedronta, mas me convence bem...
Tuas amarras são sempre uma ameaça. Minha liberdade em tuas mãos.
Meu corpo, esperando o teu corpo.
Sofro.
Prazer e desejo unem Eros e Pisque.
Algemada, me arrasto contigo ao teu cativeiro.
Ouço o tilintar de tuas correntes.
Teus versos secos. Tuas palavras tépidas.
Não luto. Permito. Solto um grito.
Um gemido.

(...)


Rendo-me, Carrasco!


Milla Borges