quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Conselho II


Não seja assim tão cruel consigo mesma...
Esqueça as culpas, mocinha. Os erros estão aí para aprendermos com eles.
Não se mate pouco a pouco com essas torturas emocionais e palpitações e explosões de choro compulsivo.
Chore sim, mas chore baixinho, um choro sentido, um chorinho de mulher...
E quando a última lágrima despencar da face, levante a cabeça, passe as mãos nos cabelos, torne a sorrir e deslize pela vida.
É a sua estrada.
É o céu onde a sua estrela brilha...

Milla Borges